Irá ter medo da minha pressa?
Se eu demonstrar carinho no dia especial que é amanhã, será demais?
Meu excesso poderia ser algo de que alguém gosta?
Meu drama poderia ser confundido com doçura?
Poderei mostrar o quanto posso esperar o que for necessário e dividir o tempo com o que mais vier?
Gostaria muito de expôr o que está aqui, mas é dolorosamente precipitado e estranho.
Não consigo decidir se farei o que quero amanhã ou não.
Se eu for mais fria, cairei no esquecimento?
Se eu for mais doce, o afastarei?
Será que alguém poderia entender e aceitar, com calma, que eu transbordo antes da hora, e que não conheço outra forma de viver?
Será que... aquele sorriso que escapou de mim só de olhar para o que estava a minha frente terá que ser esquecido, mesmo tendo sido uma das coisas mais espontâneas que já fiz (sem sentir)?
Hoje é um dia lindo, eu tenho algumas responsabilidades que não consegui cumprir ainda, apenas porque gostaria de aproveitar o primeiro momento do ano em que realmente sinto alguma serenidade. Serenidade, paz. Luz. Luz foi o que senti, e, eu queria tanto parar. Como algo tão bom e positivo pode ser tão condenável?
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